No acumulado de jan–maio de 2026, o Brasil importou US$ 2,43 bilhões em embarcações especializadas com apenas um fornecedor real: a Coreia do Sul.
O Brasil embarcou 835 toneladas de medicamentos ao Equador em 2025 — 75% acima da média histórica do corredor, segundo dados do MDIC.
Nos primeiros cinco meses de 2026, a Argentina absorveu US$ 9,6 mi em capacitores elétricos brasileiros — 14 vezes mais que no mesmo período de 2025.
Corredor Brasil–Argentina em espelhos de vidro encerrou 2025 com US$ 4,4 mi, terceiro ano consecutivo de alta e maior valor da série recente.
Honduras tornou-se o 1º destino das turbinas a vapor brasileiras no acumulado 2026, com US$ 10,7 mi e 37,9% do total exportado na categoria.
Hong Kong saltou da 22ª para a 1ª posição nos destinos de peças de escritório do Brasil, concentrando 33% do total exportado no acumulado de 2026.
Volume exportado ao país europeu caiu de 418.900 kg para 35.800 kg em apenas cinco meses — o pior acumulado recente para este corredor têxtil.
Exportações de compressores e ventiladores sobem 121% em valor no acumulado, com volume apenas +8,3% — divergência de 113 pontos percentuais no acumulado.
País da Ásia-Pacífico passou a absorver 61% das exportações brasileiras de compressores e bombas de ar, acumulando US$ 308 mi no corrente ano.
Brasil importou 124.393 toneladas de celulose química argentina em 2025, superando em 42% a média histórica e registrando o maior volume da série.
Com HHI de 0,99 e 4 fornecedores, Brasil importou US$ 778,5 mi em peixe fresco em 2025 com dependência quase total do Chile — racional ou frágil?
Exportações brasileiras de hidrocarbonetos cíclicos à Espanha foram de US$ 853 mil a US$ 7,4 mi em dois anos, num corredor petroquímico em consolidação.
Exportações brasileiras de vacinas e imunológicos à Rússia subiram de US$ 1,4 mi para US$ 12,9 mi em dois anos, em corredor incomum no setor.
Importações de celulose da Tailândia saltaram de US$ 369 mil (2023) para US$ 3,2 mi (2025), crescimento de quase 9 vezes no acumulado do período.
O Chile detém 99,9% das importações brasileiras de minério de ferro em 2026, com HHI de 0,999 — dependência de fornecedor único sem redundância real.
Exportações de enzimas ao Paraguai somam US$ 5,0 mi no acumulado de jan–mai de 2026, alta de 28,3% em valor e de 16,3% em volume sobre 2025.
Exportações de cabos de filamentos artificiais do Brasil à África do Sul triplicaram em 2024 e novamente em 2025, de US$ 211 mil a US$ 2,1 mi.
Exportações brasileiras de pimenta à Colômbia cresceram de US$ 215 mil para US$ 1,6 mi em 2025, impulsionadas por câmbio e demanda regional.
Exportações brasileiras de derivados de petróleo à Polônia cresceram mais de 7 vezes em dois anos, abrindo novo corredor europeu para o Brasil.
Importações de bases inorgânicas e óxidos metálicos da Turquia cresceram mais de 8 vezes em dois anos, abrindo novo corredor de fornecimento.