Fatia americana nas vendas externas de aeronaves brasileiras salta de 55,1% para 81,5% em um só ano, no fechamento de 2025, mostram dados do MDIC.
Importação brasileira de álcool etílico americano inverte: de queda de 43,3% para alta de mais de 1.500 vezes mês a mês, partindo de base quase zero, segundo o MDIC ComexStat.
A fatia russa nos óleos de petróleo refinados comprados pelo Brasil saltou de 46,6% para 68,2% no acumulado do 1º semestre de 2026, com FOB de US$ 1,06 bilhão.
A fatia canadense nas importações brasileiras de fertilizante potássico saltou para 54,6% no acumulado de 2026, ante 35,6% um ano antes, mostra o MDIC.
De quase fora do ranking, a Índia passou a comprar US$ 528,3 milhões em petróleo bruto brasileiro, subindo 12 posições no fechamento de 2025.
Estados Unidos viraram o maior comprador de alumínio bruto do Brasil, saindo do 12º posto direto pra liderança no acumulado até junho de 2026.
Exportação de minério de cobre à Alemanha muda de ritmo: de queda mensal para salto de 167%, no maior giro registrado no corredor até agora em 2026.
Exportação de carne bovina congelada à Rússia dobra de patamar desde novembro, sustentada por sanções que afastam concorrentes europeus do mercado russo.
Ritmo mensal de exportação de carne suína ao Japão salta 168 pontos em dezembro, mas parte do movimento reflete reposição de estoque do Ano Novo japonês.
O Paquistão foi de 7,8% para 17,5% de participação no algodão bruto exportado pelo Brasil no acumulado de 2026, com US$ 98,3 milhões em compras.
Exportações de café brasileiro pra os EUA mudaram de regime em 2026: a média mensal caiu 36,6% e o novo patamar já dura seis meses seguidos.
A fatia canadense nas compras de ouro bruto do Brasil recuou de 53,1% para 42,2% no acumulado até maio de 2026, mas segue líder isolada no ranking.
O ritmo mensal de compra de cobre chileno saltou de -53,8% pra +156% em janeiro de 2026, uma aceleração de 209,8 pontos. Painel completo no Kyrodata.
De quase ausente a comprador relevante: a Malásia acumulou US$ 40,2 mi em milho brasileiro no período, respondendo por 12% do total exportado.
Milho ao Vietnã saltou de US$ 30 mi para US$ 149 mi ao mês a partir de fevereiro — change-point confirma novo regime, não oscilação de corredor.
A fatia suíça nas exportações brasileiras de ouro triplicou no acumulado de 2026, saltando de 11,6% para 35,3% do total embarcado ao exterior.
A fatia de Omã no fertilizante nitrogenado importado pelo Brasil mais que dobrou no fechamento de 2025, atingindo 20% do total e US$ 129,8 milhões em FOB.
China saiu de zero para US$ 57,6 mi em aves brasileiras no fechamento de 2025 e se tornou o quarto maior destino das exportações do produto.
Costa do Marfim respondia por quase 100% das importações brasileiras de cacau em grão no 1º semestre. Em fevereiro, o Brasil suspendeu o corredor.
Desde fevereiro de 2026, a média mensal de exportações de milho ao Irã passou de US$ 62 mi para US$ 272 mi — ruptura de regime nos dados do MDIC.