O ritmo mensal de compra de cobre chileno saltou de -53,8% pra +156% em janeiro de 2026, uma aceleração de 209,8 pontos. Painel completo no Kyrodata.
De quase ausente a comprador relevante: a Malásia acumulou US$ 40,2 mi em milho brasileiro no período, respondendo por 12% do total exportado.
Milho ao Vietnã saltou de US$ 30 mi para US$ 149 mi ao mês a partir de fevereiro — change-point confirma novo regime, não oscilação de corredor.
A fatia suíça nas exportações brasileiras de ouro triplicou no acumulado de 2026, saltando de 11,6% para 35,3% do total embarcado ao exterior.
A fatia de Omã no fertilizante nitrogenado importado pelo Brasil mais que dobrou no fechamento de 2025, atingindo 20% do total e US$ 129,8 milhões em FOB.
China saiu de zero para US$ 57,6 mi em aves brasileiras no fechamento de 2025 e se tornou o quarto maior destino das exportações do produto.
Costa do Marfim respondia por quase 100% das importações brasileiras de cacau em grão no 1º semestre. Em fevereiro, o Brasil suspendeu o corredor.
Desde fevereiro de 2026, a média mensal de exportações de milho ao Irã passou de US$ 62 mi para US$ 272 mi — ruptura de regime nos dados do MDIC.
No acumulado de 2026, os Emirados Árabes detêm 19,4% do açúcar brasileiro exportado — US$ 144 mi em cinco meses, contra 5,4% no mesmo período de 2025.
O ritmo do milho brasileiro ao Marrocos inverteu de −30% para +195% MoM em dezembro de 2025 — aceleração de 225 pp com componente sazonal e de base baixa.
No acumulado até maio de 2026, a Nigéria saiu do 12º posto para o 2º no ranking de destinos do açúcar exportado pelo Brasil, movimentando US$ 74,5 mi.
Exportações de açúcar à Jordânia somam 183.706 toneladas no acumulado de 2026 — 54 vezes a média recente, com sazonalidade como fator de peso.
O ritmo mês a mês das importações de milho paraguaio acelerou de -68,8% para +207% em março de 2026, com sazonalidade e base baixa explicando o salto.
Importações brasileiras de laminadores da Itália saltaram de US$ 9,4 mi para US$ 81 mi entre 2023 e 2025 — crescimento composto de quase 9 vezes.
No acumulado de jan–maio de 2026, o Brasil importou US$ 2,43 bilhões em embarcações especializadas com apenas um fornecedor real: a Coreia do Sul.
O Brasil embarcou 835 toneladas de medicamentos ao Equador em 2025 — 75% acima da média histórica do corredor, segundo dados do MDIC.
Nos primeiros cinco meses de 2026, a Argentina absorveu US$ 9,6 mi em capacitores elétricos brasileiros — 14 vezes mais que no mesmo período de 2025.
Corredor Brasil–Argentina em espelhos de vidro encerrou 2025 com US$ 4,4 mi, terceiro ano consecutivo de alta e maior valor da série recente.
Honduras tornou-se o 1º destino das turbinas a vapor brasileiras no acumulado 2026, com US$ 10,7 mi e 37,9% do total exportado na categoria.
Hong Kong saltou da 22ª para a 1ª posição nos destinos de peças de escritório do Brasil, concentrando 33% do total exportado no acumulado de 2026.