A Dinamarca se consolida como fornecedor chave de compostos de amina para o Brasil, com importações que saltaram de meio milhão para quase US$ 6 milhões.
Quase totalidade do grão importado em 2025 veio do vizinho. A dependência logística e produtiva acende um alerta na cadeia de suprimentos animal.
A onda de cosméticos sul-coreanos vai além do skincare. As importações de xampus e condicionadores do país asiático cresceram de forma consistente.
A dependência energética de Itaipu é estrutural, mas o índice HHI de 0.978 revela uma vulnerabilidade quase total a um único fornecedor.
O país asiático saltou da 10ª para a 1ª posição no ranking de destinos, absorvendo 22,4% do total exportado pelo Brasil na categoria em 2025.
Compras brasileiras de frutas processadas da Argentina saltam de US$ 810 mil para US$ 6,5 milhões desde 2023, consolidando o parceiro do Mercosul.
Fornecedor asiático se consolida como fonte estratégica de insumos químicos para a indústria brasileira, com um salto de US$ 1 mi para US$ 7,7 mi.
Equipamento industrial crítico, as caldeiras de vapor chinesas consolidam domínio no mercado brasileiro com aceleração expressiva nos últimos anos.
Em 2025, a importação de barcos e plataformas especiais caiu 12,4% em volume, mas o valor FOB disparou 25 vezes. A divergência chega a 2.553 pp.
Importações de aço laminado triplicaram em volume (+200%) em 2025, mas o valor FOB avançou só 102%, gerando uma divergência de 98 pp e queda no preço.
O país asiático saltou 8 posições e assumiu a liderança no fornecimento do equipamento, respondendo agora por 31,8% do total importado pelo Brasil.
O país escandinavo saltou 8 posições no ranking para assumir a liderança, absorvendo 88,4% de todas as exportações brasileiras da categoria.
Parceiro europeu sai de uma posição residual para absorver 25,3% das exportações brasileiras do insumo, totalizando US$ 27,3 milhões em 2025.
Com um salto de 603%, o mercado saudita se consolida como um destino de alta tração para o zinco bruto nacional, impulsionado pela demanda industrial.
O país asiático saltou 23 posições para se tornar o principal destino, respondendo por 34,7% das exportações brasileiras de peças de ferro e aço.
Demanda britânica pelo insumo base para papel higiênico e toalhas de papel saltou da 8ª para a 1ª posição no ranking, abocanhando 18,1% do share.
O parceiro asiático saltou 13 posições em um ano, ampliando sua fatia de mercado de 2,2% para 10,5% nas exportações brasileiras da categoria.
Equipamentos chineses para controle de tráfego e segurança em infraestrutura se tornam cruciais para o Brasil, com um salto de 852% entre 2023 e 2025.
China se consolida como fornecedor-chave de motocicletas para o Brasil. O volume de importações saltou de US$ 41 milhões para US$ 249 milhões.
O parceiro europeu saltou da 9ª para a 1ª posição nas compras do insumo químico brasileiro, absorvendo 19,3% do total exportado em 2025.