Fatia americana nas vendas externas de aeronaves brasileiras salta de 55,1% para 81,5% em um só ano, no fechamento de 2025, mostram dados do MDIC.
De quase fora do ranking, a Índia passou a comprar US$ 528,3 milhões em petróleo bruto brasileiro, subindo 12 posições no fechamento de 2025.
Estados Unidos viraram o maior comprador de alumínio bruto do Brasil, saindo do 12º posto direto pra liderança no acumulado até junho de 2026.
Exportação de minério de cobre à Alemanha muda de ritmo: de queda mensal para salto de 167%, no maior giro registrado no corredor até agora em 2026.
Exportação de carne bovina congelada à Rússia dobra de patamar desde novembro, sustentada por sanções que afastam concorrentes europeus do mercado russo.
Ritmo mensal de exportação de carne suína ao Japão salta 168 pontos em dezembro, mas parte do movimento reflete reposição de estoque do Ano Novo japonês.
O Paquistão foi de 7,8% para 17,5% de participação no algodão bruto exportado pelo Brasil no acumulado de 2026, com US$ 98,3 milhões em compras.
Exportações de café brasileiro pra os EUA mudaram de regime em 2026: a média mensal caiu 36,6% e o novo patamar já dura seis meses seguidos.
A fatia canadense nas compras de ouro bruto do Brasil recuou de 53,1% para 42,2% no acumulado até maio de 2026, mas segue líder isolada no ranking.
De quase ausente a comprador relevante: a Malásia acumulou US$ 40,2 mi em milho brasileiro no período, respondendo por 12% do total exportado.
Milho ao Vietnã saltou de US$ 30 mi para US$ 149 mi ao mês a partir de fevereiro — change-point confirma novo regime, não oscilação de corredor.
A fatia suíça nas exportações brasileiras de ouro triplicou no acumulado de 2026, saltando de 11,6% para 35,3% do total embarcado ao exterior.
China saiu de zero para US$ 57,6 mi em aves brasileiras no fechamento de 2025 e se tornou o quarto maior destino das exportações do produto.
Desde fevereiro de 2026, a média mensal de exportações de milho ao Irã passou de US$ 62 mi para US$ 272 mi — ruptura de regime nos dados do MDIC.
No acumulado de 2026, os Emirados Árabes detêm 19,4% do açúcar brasileiro exportado — US$ 144 mi em cinco meses, contra 5,4% no mesmo período de 2025.
O ritmo do milho brasileiro ao Marrocos inverteu de −30% para +195% MoM em dezembro de 2025 — aceleração de 225 pp com componente sazonal e de base baixa.
No acumulado até maio de 2026, a Nigéria saiu do 12º posto para o 2º no ranking de destinos do açúcar exportado pelo Brasil, movimentando US$ 74,5 mi.
Exportações de açúcar à Jordânia somam 183.706 toneladas no acumulado de 2026 — 54 vezes a média recente, com sazonalidade como fator de peso.
O Brasil embarcou 835 toneladas de medicamentos ao Equador em 2025 — 75% acima da média histórica do corredor, segundo dados do MDIC.
Nos primeiros cinco meses de 2026, a Argentina absorveu US$ 9,6 mi em capacitores elétricos brasileiros — 14 vezes mais que no mesmo período de 2025.
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