Exportações brasileiras de hidrocarbonetos cíclicos à Espanha foram de US$ 853 mil a US$ 7,4 mi em dois anos, num corredor petroquímico em consolidação.
Exportações de enzimas ao Paraguai somam US$ 5,0 mi no acumulado de jan–mai de 2026, alta de 28,3% em valor e de 16,3% em volume sobre 2025.
Importações de bases inorgânicas e óxidos metálicos da Turquia cresceram mais de 8 vezes em dois anos, abrindo novo corredor de fornecimento.
Nos primeiros meses de 2026, os Países Baixos subiram 8 posições e absorveram 19,3% das exportações de sulfatos brasileiros, com FOB sete vezes maior.
Importações brasileiras de heterocíclicos poloneses saíram de US$ 322 mil em 2023 e chegaram a US$ 2,4 mi em 2025 — alta acumulada superior a 7 vezes.
Países Baixos avançam do 9º ao 1º destino de sulfatos do Brasil: FOB salta de US$ 1,5 mi a US$ 11,1 mi e share cresce de 3,5% para 19,3% em 2026.
Chile saltou do 9º para o 1º no ranking de destinos do negro-de-carbono brasileiro em 2025, com FOB subindo de US$ 244 mil para US$ 7,9 milhões e market
Exportações de amônia ao Uruguai saltaram para 823.100 kg em 2025, mais que o dobro da média histórica de 398.700 kg num spike com z-score de 8,9.
Importação de lixívias residuais da Suécia subiu de US$ 140 mil em 2023 para US$ 1,3 milhão em 2025, acumulando crescimento de mais de 8 vezes.
Exportação brasileira de hidrocarbonetos cíclicos (SH4 2902) para a Espanha cresceu +762% de 2023 a 2025, alcançando US$ 7,4 mi no último ano.
O Chile saltou do 9º para o 1º lugar nas exportações brasileiras de carbono negro (SH4 2803) em 2025. O FOB passou de US$ 244,6 mil para US$ 7,9 milhões —
Brasil importou US$ 12,6 mi em perfumes dos Emirados Árabes em 2025, sete vezes mais que em 2023, em tendência que se acelerou a cada ano do período.
Brasil importou US$ 30,5 mi em reagentes de diagnóstico da Irlanda em 2025, sete vezes o volume de 2023, consolidando o país como fornecedor estratégico.
As exportações brasileiras de amônia ao Uruguai atingiram 823 mil kg em 2026 — mais do que o dobro da média histórica e o maior volume em anos.
Exportação brasileira de álcoois acíclicos e derivados à Rússia cresceu 10 vezes entre 2023 e 2025, saindo de US$ 1,8 mi para US$ 18,5 mi em dois anos.
Brasil importou 14,9 mil toneladas de resinas epóxidas e poliésteres da Bélgica em 2025, cinco vezes a média histórica, num corredor antes residual.
Argentina absorveu 63.563 toneladas de resinas amínicas, fenólicas e poliuretanos brasileiras no ano de 2025 — média histórica era de 15.581 toneladas.
O Brasil projeta um salto na compra de solventes e diluentes orgânicos da China, que se consolida como fornecedora chave, impulsionando desafios logísticos.
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