Compras sauditas de açúcar do Brasil saltam do 8º ao 3º lugar no acumulado de 2026 e chegam a US$ 487.126.110, uma alta de 17,6% sobre o ano anterior.
A Índia passou de oitava a segunda cliente do petróleo bruto brasileiro, e o valor comprado subiu +234% no acumulado de janeiro a agosto frente a 2025.
As compras iranianas foram de US$ 94 mi para US$ 622 mi entre janeiro e agosto, alta de 562% sobre igual período de 2025, e levaram o país ao pódio.
De quase fora do ranking, a Índia passou a comprar US$ 528,3 milhões em petróleo bruto brasileiro, subindo 12 posições no fechamento de 2025.
Estados Unidos viraram o maior comprador de alumínio bruto do Brasil, saindo do 12º posto direto pra liderança no acumulado até junho de 2026.
China saiu de zero para US$ 57,6 mi em aves brasileiras no fechamento de 2025 e se tornou o quarto maior destino das exportações do produto.
No acumulado até maio de 2026, a Nigéria saiu do 12º posto para o 2º no ranking de destinos do açúcar exportado pelo Brasil, movimentando US$ 74,5 mi.
Singapura avançou do 13º para o 3º lugar no ranking de destinos do petróleo bruto brasileiro em 2026, com FOB de US$ 294,9 mi e salto de 10 posições
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