Exportações brasileiras de derivados de petróleo à Polônia cresceram mais de 7 vezes em dois anos, abrindo novo corredor europeu para o Brasil.
Exportações brasileiras de derivados de petróleo ao Panamá chegaram a 3 milhões de toneladas em 2025 — 300 vezes a média histórica do corredor.
Embarques brasileiros de petróleo bruto à China chegaram a US$ 1,95 bi em fevereiro de 2026, ante média histórica de US$ 825 mi — desvio de +136%.
O petróleo bruto exportado pelo Brasil à Coreia do Sul atingiu US$ 0,70/kg em abr/2026, igualando a máxima histórica estabelecida em jan/2025 no corredor
A China responde por 64,5% do total exportado de petróleo bruto pelo Brasil em 2026, com FOB acumulado de US$ 3,2 bilhões
Com HHI de 0,978 e apenas 3 parceiros ativos, a importação de energia elétrica opera quase sem alternativas — questão que vai além da tarifa.
Turquia saltou do posto 26 ao topo das exportações brasileiras de gás de petróleo, acumulando US$ 37,9 mi e 57,6% de share até abril de 2026.
A Turquia saltou da 26ª para a 1ª posição no destino do gás natural e hidrocarbonetos gasosos exportados pelo Brasil em 2025, absorvendo 57,6% do total.
Petróleo brasileiro à China subiu 51% no acumulado de 2026 — de US$ 1,7 bi para US$ 2,6 bi — com China substituindo fornecedores russos e sauditas.
No primeiro quadrimestre de 2026, a Turquia passou do 26º para o 1º lugar no destino do gás brasileiro, absorvendo 57,6% do total exportado — US$ 37,9 mi.
Singapura avançou do 13º para o 3º lugar no ranking de destinos do petróleo bruto brasileiro em 2026, com FOB de US$ 294,9 mi e salto de 10 posições
Refinarias britânicas compraram 552 mil toneladas de petróleo brasileiro no fechamento de 2025, contra média histórica de 31 mil — rota dormente.
Embarque de óleo cru bate 552 mil toneladas e supera de longe a média plurianual de 31 mil — reconfiguração europeia pesa atrás do movimento.
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