KyrodataKyrodata
PainelNotíciasPlanos

Pronto para começar?

Crie sua conta em um minuto, ou fale com a gente para desenhar um pacote sob medida para a sua empresa.

Falar com vendas

Veja o que você vai pagar

Preço fechado por assinatura, sem taxa escondida e sem fidelidade.

Ver preços

Veja o painel funcionando

Importação e exportação no dado real, com filtro e gráfico, em dois minutos.

Abrir o painel

Acompanhe o mercado

  • Painel
  • Notícias
  • Redação
  • Exportações
  • Importações
  • Mercados

A gente te ajuda

  • Planos
  • Sobre
  • SAC
  • Falar com vendas
  • Desenvolvedores
  • Status
  • Confiança
  • Termos
  • Privacidade
  • Reembolso
© 2026 Kyrodata. Todos os direitos reservados.
Kyrodata · CNPJ 66.455.947/0001-03
Rua Professor Ciridião Buarque, 75 — Vila Anglo Brasileira, São Paulo/SP, CEP 05028-000 · [email protected]
  1. China

China já vende 81,2% das empilhadeiras que o Brasil importa

A China ampliou a fatia nas empilhadeiras importadas de 70,8% para 81,2% no acumulado do ano, enquanto o mercado total quase não saiu do lugar.

Por··4min
Ilustração editorial sobre o capítulo comércio exterior do comércio exterior brasileiro
Ilustração editorial sobre o capítulo comércio exterior do comércio exterior brasileiro

Resumo

  • •Antes (jan-ago 2025): #1, US$ 360.665.914 e 70,8% de fatia.
  • •Agora (jan-ago 2026): #1, US$ 419.537.637 e 81,2% de fatia.
  • •Variação de FOB: +16,3% no acumulado do ano.
  • •O mercado total andou de lado; o ganho chinês veio dos outros fornecedores.

A China já responde por 81,2% das empilhadeiras e veículos de carga parecidos que o Brasil compra de fora. No acumulado de 2026, de janeiro a agosto, as importações vindas de lá somaram US$ 419.537.637, alta de +16,3% sobre os US$ 360.665.914 do mesmo período de 2025. Essa é a variação de FOB, o valor da mercadoria sem frete e seguro. A fatia era de 70,8%. A 1º não mudou de dono, mas a distância para o resto do mundo cresceu. Quem concorria com o produto chinês agora disputa uma fatia menor de um mercado que quase não cresceu.

Participação de mercado
Participação de mercadoParticipação de mercado de 70,83% para 81,19%.+70,8%Antes+81,2%Agora

A corrida em duas fotos

A foto de 2025 mostrava a China com 70,8% das compras brasileiras de empilhadeiras no acumulado do ano. A de 2026 mostra 81,2%. Em valor, as importações chinesas subiram 16,3%, e a fatia ganhou mais de dez pontos percentuais. A conta só fecha de um jeito: o mercado total andou de lado, e o ganho chinês saiu do espaço dos outros fornecedores. É um deslocamento, não uma expansão. Para o analista, esse é o padrão clássico de concentração: o líder cresce menos do que ganha de fatia, porque parte do avanço vem de substituição, não de demanda nova. Quando o bolo não cresce e uma fatia incha, alguém perdeu lugar no pátio do comprador. Os números do MDIC, o ministério que publica a estatística de comércio exterior, só mostram quem ganhou. Não mostram por que os outros saíram.

Leia também

  • China perde 13 pontos de fatia no aço laminado, mas segue em 1º

    China perde 13 pontos de fatia no aço laminado, mas segue em 1º

  • Cobre do Peru: máxima de março foi superada em junho

    Cobre do Peru: máxima de março foi superada em junho

O dado não explica o porquê, então vale listar as hipóteses plausíveis. Preço é a primeira: a empilhadeira elétrica de lítio vinda da China costuma chegar mais barata que a europeia ou a japonesa, e frota nova de armazém decide muito por custo de aquisição. A segunda é o ex-tarifário, regime que reduz o imposto de importação de bens de capital sem similar nacional. A terceira é a rede de revendedores, peças e assistência no país, que pesa na hora de renovar contrato. Nenhuma das três aparece nos microdados. Empilhadeiras são bens de capital: a decisão sai de contrato de frota, em ciclos de vários anos, e raramente muda de um mês para o outro.

O que muda na operação

Para quem opera armazéns, centros de distribuição e terminais, a concentração tem lado bom e lado ruim. O bom: prazo e preço tendem a ficar mais previsíveis quando o fornecedor é praticamente um só, e o frete marítimo da Ásia até Santos ou Itajaí é rota conhecida. O ruim: um único país respondendo por mais de oito em cada dez máquinas deixa a frota dependente de um corredor logístico e de uma cadeia de componentes. Qualquer mudança na política comercial brasileira, como alíquota ou regra de origem, pesa em dobro. O contrato de manutenção, que costuma vir junto, amarra o comprador ao fornecedor por anos.

O fabricante nacional também entra na história. Quem monta empilhadeiras no país depende de componentes importados e disputa preço com a máquina pronta que chega do porto. Com a fatia chinesa indo de 70,8% para 81,2%, a margem do produto local aperta, e o diferencial passa a ser serviço, entrega rápida e financiamento. Os revendedores independentes, que atendem a pequena e média indústria, são os mais sensíveis a essa pressão. O câmbio pesa nas duas pontas: dólar mais caro encarece a máquina importada e o componente da montagem local. Para separar preço de quantidade, o painel de importações de empilhadeiras mostra valor e quilos lado a lado.

O que monitorar daqui

Sem previsão do motor, o roteiro é descritivo: preço médio por unidade, concessões de ex-tarifário e a fatia dos demais fornecedores nos próximos fechamentos. Concentração desse tamanho raramente se desfaz depressa. Costuma durar até algo quebrar no corredor logístico.

Esta análise é escrita pela Redação Kyrodata a partir de dados oficiais. Ver metodologia →

Os dados por trás da matéria

Explore a série completa no Kyrodata

Importação BRSH4 8427 · Empilhadores; outros veículos para movimentação de carga e semelhantes, equipados com dispositivo de elevação
Abrir no painel

Compartilhe este artigo

微QQ

Fontes

  • ·MDIC ComexStat — capítulo 8427 (2026)
  • ·Kyrodata — dashboard interativo SH4 8427 (2026)

Tópicos

ChinaImportaçõesMáquinasMarket Share
Início
Notícias
Redação Kyrodata
  • Adubo da Nigéria: recorde de abril foi superado em maio

    Adubo da Nigéria: recorde de abril foi superado em maio

  • Implicações pra você
    Pra exportadores
    • quem vende máquinas e peças ao mercado local deve competir em serviço e prazo, não só em preço.
    Pra importadores
    • negociar com mais de um fornecedor chinês e manter peças críticas em estoque.

    Mais lidas

    1. 1

      Cobre do Peru: máxima de março foi superada em junho

      Importações
    2. 2

      China perde 13 pontos de fatia no aço laminado, mas segue em 1º

      China
    3. 3

      China pula do 28º ao 1º lugar na compra de farelos do Brasil

      Agronegócio
    4. 4

      Adubo da Nigéria: recorde de abril foi superado em maio

      Química
    5. 5

      Bolívia vende 18,4% menos gás ao Brasil e ainda assim vira líder

      Bolívia