O adubo nigeriano bateu US$ 0,69 por kg em abril e US$ 0,71 em maio, recorde da série; desde junho o preço recuou até US$ 0,45 por kg em agosto.
No acumulado até maio de 2026, a Nigéria saiu do 12º posto para o 2º no ranking de destinos do açúcar exportado pelo Brasil, movimentando US$ 74,5 mi.
Em 2025, o Brasil exportou 8.739 toneladas de polímeros de etileno à Nigéria — mais de 13 vezes a média histórica — abrindo corredor no mercado africano.
Exportações de polietileno à Nigéria saltaram de 653 t históricas para 8.739 t em 2025 — ruptura inédita no corredor atlântico Brasil-Nigéria.
Exportações de celulose química do Brasil à Nigéria saltaram de 1.798 toneladas (média histórica) para 6.356 toneladas no fechamento de 2025, um pico sem.
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